Atleticanos de Dublin pretendem formar maior grupo de rubro-negros fora do Brasil

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Grupo já tem cerca de 30 pessoas e cresce a cada mês na Irlanda

A paixão pelo Athletico é algo interminável e que atravessa fronteiras. Neste caso, atravessou o oceano. Desde 2020, um grupo com cerca de 30 rubro-negros se reúne em Dublin, capital da Irlanda, para ver as partidas do Furacão há milhares de quilômetros de distância de casa. Além da união entre os brasileiros em um país distante, o Athletico uniu a todos, como relata Alexandre Silva, um dos membros do grupo.

“O grupo existe desde 2020. Eu entrei no grupo no final do ano passado. Quem teve a ideia foi o Willian Amaral, fundador do grupo. Ele participava da torcida Os Fanáticos enquanto morava ai e sentiu saudade de juntar a galera rubro-negra pra ver os jogos. Ele buscou no Facebook (nas comunidades brasileiras) e começou a organizar a nossa torcida aqui em Dublin.”

A formação do grupo ocorreu durante a pandemia, mas na Europa a vida já vem voltando ao normal com mais rapidez. O grupo já montou uma equipe de futebol e irá disputar um campeonato local contra brasileiros residentes na cidade, representando o rubro-negro. Estão confirmados times de torcedores de todo o Brasil, como Palmeiras, Grêmio, Fluminense, Atlético-MG e Flamengo..

Morador na Irlanda desde 2013, Alexandre conta que o grupo pretende seguir crescendo e viajando pela Europa para representar o Furacão. A torcida é a primeira do Furacão a ser fundada no Velho Continente.

“Pelas nossas pesquisas somos a primeira torcida organizada da Europa do Athletico, o que nos deixa bem orgulhosos. Temos a intenção de levar nossa bandeira e faixas em jogos pela Europa, fazer amistosos e encontros com outros atleticanos que morem no continente. E fortalecer a nossa comunidade aqui na Irlanda. A rotatividade de pessoas aqui é muito grande por conta dos intercâmbios, então as pessoas vem e voltam ao Brasil. Mas faz parte, temos que deixar a nossa comunidade tanto brasileira, como a atleticana sempre forte.”

A última vez que Alexandre viu o Furacão ao vivo, foi em 2018, em visita ao Brasil. Ele afirma que a saudade de ir para a Baixada é uma das coisas que mais aperta seus sentimentos estando longe do país e que pretende levar o filho de dois anos ao estádio, quando tudo voltar ao normal por aqui.

“A ultima vez que estive no Brasil foi em 2018, e tive o privilegio de ver a geração de Bruno Guimaraes e Renan Lodi jogando. E a Baixada realmente é uma das coisas que mais tenho saudade do Brasil. Meu sonho é levar meu filho (2 anos) em um jogo e fazer ele sentir a emoção de ser atleticano e vibrando no estádio.”

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