Do céu ao inferno… e de volta ao céu

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De jovem promissor à contestado pela torcida, Marcelo Cirino marca seu nome na história do Athletico

Marcelo Cirino da Silva, natural de Maringá, norte do Paraná, começou a carreira nas categorias de base do Athletico em 2009 e despontou como jovem promessa. Na época mostrava potencial por sua velocidade e finalização e costumava jogar pelas pontas. Apesar disso, teve poucas chances no time principal, integrando o sub 20 durante 2010. No ano seguinte foi emprestado ao Vitória e marcou apenas um gol pelo rubro-negro baiano.

 

De volta à Curitiba, Cirino se tornou o principal jogador do elenco que disputou a série B em 2012, com 16 gols marcados. A boa fase no Furacão continuou em 2013 com o terceiro lugar no Brasileirão e o vice da Copa do Brasil daquele ano. Em 2015 assinou contrato de três anos com o Flamengo, mas viveu momentos complicados. Lesões e algumas polêmicas fizeram o atacante perder espaço e ser transferido para o Internacional em 2017. A fase ruim continuou e Cirino foi emprestado ao Al-Nasr, nos Emirados Árabes meses depois.

 

Em 2018 o atacante, já com 26 anos, voltou ao Athletico e teve altos e baixos. Remanescente do vice da Copa do Brasil de 2013, Cirino viveu altos e baixos no clube. Contestado por grande parte da torcida, mas detentor da confiança do professor Tiago Nunes, foi campeão da Sulamericana e esse ano se destacou na conquista da Levain Cup no Japão.

 

No segundo jogo da final da Copa do Brasil, nessa quarta (18), fez a jogada que decretou o título, dando o passe para Rony garantir a vitória rubro negra, com direito à caneta de letra no marcador.

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