É (bi) campeão!

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Furacão bate Toledo na disputa de pênaltis e conquista o bi-campeonato do Paranaense

Foi sofrido, mas é nosso! Em um jogo tecnicamente fraco pelo ímpeto do Toledo em parar o jogo na catimba e na marcação defensiva, o Athletico bateu o adversário por 1 a 0 no tempo normal e levou a disputa para os pênaltis. Nas penalidades, brilhou mais uma vez a estrela do goleiro Léo – assim como no ATLEtiba da final do segundo turno – e o rubro-negro conquistou o bi-campeonato estadual, fato que não acontecia desde 2001.

 

Como esperado, a equipe do Toledo jogou na defensiva desde o primeiro minuto de partida. O goleiro Léo pouco trabalhou no tempo normal. O que a equipe do Oeste não esperava era tomar um gol logo aos 6 minutos. Em cobrança de falta, Matheus Rossetto abriu o marcador. Após o gol, o time adversário passou a fazer uma série de faltas e até mesmo tentar vencer na catimba em cima dos jovens atletas rubro-negros. O time quase virou o placar ainda no primeiro tempo em cabeçada de Marquinho que parou no goleiro André Luiz e também em lance de Erick que bateu na trave.

 

No segundo tempo, a história se repetiu. Primeiro, Gabriel Poveda – que entrou no lugar de João Pedro – exigiu uma defesa incrível do goleiro adversário. Minutos depois, foi a vez de Lucas Halter parar na trave após cobrança de escanteio. O Toledo amarrou a segunda etapa com faltas, atendimentos ao goleiro e muito chutão pra frente até o apito final do árbitro.

 

Na disputa de pênaltis, o Athletico mostrou competência e não desperdiçou nenhuma das cinco cobranças. O Toledo também teve seriedade e marcou suas cinco. Até que na sexta cobrança, o lateral Adriano bateu mal e Léo defendeu com os pés no canto esquerdo. Khellven, o atleta mais novo do elenco de aspirantes, assumiu a responsabilidade, fez o gol e garantiu o 25° Campeonato Paranaense da história do Furacão.

 

O Athletico é bicampeão do Paranaense apenas pela quarta vez. A história começou em 1929 e 1930, se repetiu novamente apenas em 1982 e 1983 e voltou a acontecer com os grandes times de 2000 e 2001 (ano do título do Brasileirão e que acabou no único tri do time em 2002). Ficou a cargo, mais uma vez, dos aspirantes garantir a festa da torcida atleticana no Caldeirão!

 

 

 

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