”Não existem distâncias para acompanhar o Furacão”

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Conheça a história de Henrique e Guido, dois atleticanos que estiveram na partida contra o Internacional na Copa do Brasil 2013

Cerca de 2.500 mil atleticanos estarão presentes na partida decisiva da final da Copa do Brasil, nesta quarta-feira (18), no Beira Rio, em Porto Alegre. Entre estes torcedores, estão dois amigos, Henrique Barbosa e Guido Brasil, dois atleticanos que vivem o Athletico.

 

Em 2013, ano em que o Furacão também chegou as finais da Copa do Brasil, os dois amigos fizeram uma promessa no jogo da volta pelas oitavas de final contra o Palmeiras, na Vila Capanema, jogo onde terminou com o placar de 3×0 e classificação do Rubro-Negro.

 

”A partir daquele jogo, vamos agora em todos da Copa do Brasil’’. Conta Henrique, que junto de Guido foram nos seis jogos restantes até a inesperada final.

 

Um destes jogos, foi justamente contra o Internacional, pelas quartas de finais, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo.

 

Henrique conta que a mobilização da torcida para o jogo em Novo Hamburgo quase não existiu. ‘’Foram cerca de 50 torcedores. Por se tratar de um jogo de quartas de final, a expectativa da torcida ainda não era grande de chegar ter um sucesso no final da temporada’’.

 

Guido, afirma que a ida para o jogo contra o Inter, foi motivada pela promessa: ‘’ Prometemos ir em todos os jogos restantes e não tinha como não ir.’’

 

 

Os dois atleticanos viajaram na madrugada de terça para quarta-feira, de ônibus, rumo a Porto Alegre. A expectativa de Henrique e Guido é alta, em busca de mais um título. ‘’Confiança total de trazer o troféu para Baixada. Vamos de ônibus com a galera rubro-negra e a ansiedade está enorme desde a classificação’’, conta Henrique. Os amigos falam ainda na ansiedade para partida: ‘’não tem como pensar em outra coisa’’.

 

Porto Alegre e Novo Hamburgo estão separadas por apenas 42km. Para chegar até a capital gaúcha os dois atleticanos irão percorrer 740km, no total de nove horas de viagem. Henrique ao ser perguntado sobre os caminhos e sacrifícios para acompanhar o Furacão, responde:

 

‘’Vale tudo para acompanhar o Athletico, agradeço por ser atleticano e viver sempre este sentimento de atleticanismo’’. Guido termina dizendo ‘’ Não há distâncias para acompanhar o Furacão, seja Porto Alegre, Novo Hamburgo, não importa, estaremos sempre presentes’’.

 

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