O que você faria se o Tiago Nunes fosse em seu trabalho?

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Luana Schafer recebeu a visita do técnico atleticano na academia que trabalha

Imagine você trabalhando, bem de boa, e, de repente: tchanan! Tiago Nunes aparece ali. Foi isso que aconteceu com Luana Schafer na última terça-feira (16). “O Tiago é muito amigo do meu chefe, que sabia da minha idolatria por ele. Nunca imaginei que conseguiria levá-lo até lá, por causa dos compromissos e calendário do Athletico”, conta. Mas, ela estava enganada. “Na terça, meu chefe estava muito ansioso, mas jamais imaginei que era por isso. Eu estava num lugar que não conseguia ver a porta e foi totalmente inesperado: do nada falaram o nome dele e quando eu olhei para o lado, ele tava lá. Fiquei sem reação”, comenta e relembra: “Senti muita vontade de chorar, fiquei imóvel e ele ainda me deixou mais sem reação ainda quando me deu uma camisa autografada e com o meu nome! Mas depois me acalmou e conseguimos conversar.”

 

https://twitter.com/umaSchafer/status/1118319384135708672

 

 

A admiração pelo professor começou no Paranaense de 2018. “Na final, quando ele exaltava que éramos ‘Time de Guerra’, percebi que ele era diferenciado, um cara muito querido e simpático. Simples demais. Merece todo sucesso que vem fazendo. Torci muito para ele assumir o time principal o quanto antes e tudo foi dando certo. Ele assumiu e os resultados apareceram”, afirma. Adepta das promessas, Luana conta que prometeu comprar a camisa laranja e colocar o nome do técnico. “Prometi, junto com algumas amigas, que compraríamos a camisa laranja e colocaríamos o nome dele. Foi uma camisa que nos deu muita sorte e colocar o nome do Tiago era o mínimo que eu podia fazer, na tentativa de agradecê-lo pela conquista da Sul-Americana”, revela.

 

 

ATLETICANISMO

 

O amor pelo Athletico surgiu na final do Campeonato Paranaense de 2005. “Meu primeiro jogo foi a final do Paranaense de 2005. Ganhamos do Coritiba nos pênaltis! Eu lembro até hoje, tinha 12 anos. Minha família inteira é apaixonada por futebol, mas são gaúchos e torcem pros times de lá. Cheguei a ir em alguns jogos com meu pai, mas quando vi o jogo do Athletico e ainda mais com uma vitória em cima do rival pensei: é isso aqui quero por resto da vida”, relembra. Luana conta que vai a todos os jogos acompanhada da irmã ou das amigas. “Precisa ter um motivo muito importante pra me tirar da Arena em dia de jogo. Vou com minha irmã, que é minha maior parceira, e com duas das minhas melhores amigas. Estamos sempre lá”, comenta.
A frase “eu te sigo em toda parte” fará ainda maior sentido para a torcedora. “Ainda não tive a oportunidade de viajar pelo Athletico, por conta de trabalho e tudo mais. Mas as coisas estão mudando: para esse ano, meu objetivo é esse! Já estou com duas viagens programadas e tomara que eu seja pé quente fora de Curitiba também”, afirma Luana, que conta sobre alguns jogos marcantes que acompanhou do time e sobre as loucuras de torcer para o Furacão. “Acho que nunca fiz nenhuma loucura, acredito que a maior que podemos fazer é torcer para o Athletico. É surreal como um time pode influenciar tanto na sua vida. Acho que só quem gosta de futebol entende o quanto é louco esse sentimento que a gente tem. Com relação a fatos que me marcaram, lembro sempre do primeiro jogo e as partidas no Janguito e na Vila Capanema. Mas nada como a final da Sul-Americana. Foi algo surreal, acho que nunca mais vou sentir aquilo na vida”, afirma emocionada.
*Fotos: Arquivo Pessoal

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