Somos finalistas

Compartilhe

Além da "piazada", Athletico conta com jogadores experientes em decisões para disputar mais uma final

Além das soluções caseiras, com jogadores formados no clube ou que, pelo menos, passaram pelos Aspirantes e estão contribuindo com o futebol da equipe, o Athletico também conta com jogadores experientes em decisões e que prestam um papel importante na liderança e foco do grupo para mais essa final.

 

Santos, Khellven, Léo Pereira, Caio, Lucas Halter, Matheus Rossetto, Jáderson, Marcelo e Vitinho foram criados na base rubro-negra, enquanto Bruno Guimarães, Erick, Robson Bambu e o goleiro Léo passaram pelos Aspirantes antes de assumirem seus lugares na equipe principal. Todos com momentos importantes e alguns títulos no estado ou da Sul-Americana.

 

No entanto, não é só o destaque da formação do clube ou os jovens talentos que levaram o Furacão a passar fase por fase até a grande final. Wellington, Marco Ruben, Lucho, Nikão, Márcio Azevedo e Jonathan são jogadores experientes e rodados, mais acostumados com finais e que contribuem para garantir a segurança e a concentração da equipe.

 

Luis Óscar González dispensa apresentações. Com 27 títulos, é o segundo maior argentino em número de taças já conquistadas. Sua presença e importância no vestiário já é conhecida e o El Comandante sempre tem uma palavra para dar e contribuir para todos na equipe.

 

Outro que vem se destacando pela liderança é Wellington. O volante chegou desacreditado após passar por muitas lesões e fases não tão boas em clubes anteriores, mas se intitula como bicampeão da Sul-Americana por já ter conquistado a taça duas vezes, uma no Furacão. Tanto nos vestiários como em campo, é possível ver ele se comunicando com os colegas e direcionando o time.

 

Mesmo machucado, Jonathan também contribui para o ambiente rubro-negro. No stories do instagram, chegou a mostrar para a torcida o clima de bastidores e convivência, e certamente com três títulos mineiros, um paulista, uma Libertadores, uma Primeira Liga e a Sul-Americana, o lateral tem muito o que dizer e ajudar quando o assunto é disputar uma final.

 

Já na lateral esquerda, Márcio Azevedo acabou conquistando a posição depois da saída de outra revelação: Renan Lodi. Sem a opção de inscritos que possam assumir o lado do campo, também podemos contar com a experiência de Azevedo em campo. Além do Paranaense de 2009, na sua primeira passagem, e da Sul-Americana e Levain Cup, no Athletico, o camisa seis traz no currículo uma Copa da Grécia, um Campeonato Ucraniano e uma Copa da Ucrânia, uma Taça Rio, dois campeonatos cearences e dois do interior gaúcho.

 

O outro argentino, recém-chegado, já conquistou a torcida athleticana ao fazer três gols em cima do Boca Juniors. Vindo para Curitiba com o próprio carro, Marco Ruben trouxe na bagagem as experiências de seis finais nacionais e dois títulos da Copa Argentina nos seus 32 anos de idade. Mesmo sendo mais calado, dentro de campo faz questão de ser a referência e mostrar seu poder de decisão tão importante em grandes jogos.

 

Com conquistas feitas dentro do Athletico, Nikão é um jogador rodado e conta com a experiência pessoal para compartilhar a importância do amadurecimento em disputas e sequências. Com o Paranaense de 2016 com a equipe principal, a Sul-Americana e Levain Cup, o meia-atacante conseguiu reiniciar a vida e a carreira dentro do Furacão, sendo parte importante para as nossas conquistas e aconselhando os mais jovens.

 

Agora, o time enfrenta mais uma final (depois das disputas pela Sul-Americana, Recopa e Levain Cup) e buscar aliar a força da nova geração e das pratas da casa com a experiência desses jogadores. O Athletico entra em campo nessa quarta-feira (18), para a partida de volta e decisiva da final da Copa do Brasil, contra o Internacional, no Beira-Rio, às 21h30.

 

Veja também